INOCULAÇÃO DE Bacillus aryabhattai PARA AMENIZAR O ESTRESSE SALINO EM PLÂNTULAS DE MILHO E AMENDOIM
DOI:
https://doi.org/10.31512/vivencias.v22i46.1390Resumo
Bactérias do gênero Bacillus aryabhattai reduzem os danos causados por estresse salino em cultivos agrícolas. As reduções de danos provenientes do estresse salino em plântulas de milho e amendoim foram avaliadas por meio da inoculação de B. aryabhattai. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da inoculação de Bacillus aryabhattai na tolerância à diferentes níveis de salinidade na água de irrigação em plântulas de milho (Zea mays L.) e amendoim (Arachis hypogaea L.). Sementes de milho e amendoim foram inoculadas com 20 mL kg–1 B. aryabhattai e submetidas a quatro níveis de salinidade da água de irrigação:0,0 MPa (controle); –0,1 MPa (estresse suave); –0,4 MPa (estresse moderado) e –0,8 MPa (estresse severo). Em plântulas inoculadas com B. Aryabhattai, os níveis de salinidade não interferiram na emergência das plântulas de milho; no entanto, o aumento do nível de estresse salino limitou a emergência das plântulas de amendoim. Os efeitos negativos da salinidade no crescimento das plântulas foram amenizados pela inoculação de B. aryabhattai independentemente do nível de estresse salino, todas as características das plântulas de milho e amendoim foram capazes de atenuar os efeitos adversos da salinidade. A inoculação de B. aryabhattai foi capaz de induzir a resistência das plântulas de milho e amendoim ao estresse salino.
Referências
Michele Leite
Engenheira Agronôma pela Universidade Católica Dom Bosco. Mestre em Agronomia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Atualmente é Doutoranda em Produção Vegetal pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Fábio Steiner
Engenheiro Agrônomo (Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Marechal Cândido Rondon-PR), Mestre em Agronomia - Produção Vegetal (UNIOESTE, Marechal Cândido Rondon-PR), Doutor em Agronomia - Agricultura (Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho', Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA/UNESP, Botucatu-SP). Atualmente, é professor e pesquisador da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, Unidade Universitária de Cassilândia-MS.
Francisco Eduardo Torres
Engenheiro Agronômo pela Faculdade de Agronomia e Zootecnia Manoel Carlos Gonçalves. Mestre em Produção vegetal, Área de concentração em Melhoramento de Plantas Forrageiras pela Univesidde Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Doutor em agronomia, Área de concentração Fitotecnia, pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). É professor titular da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, Unidade de Aquidauana-MS
José Carlos Pina
Mestre e Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Universidade Anhanguera-UNIDERP, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, na área de concentração Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Pantanal e do Cerrado. Professor de de Tópicos em Gestão Ambiental, Universidade Unigran e Agronomia, Universidade Anhanguera-Uniderp; Professor de Legislação Ambiental do Curso de Ciências Biológicas, Universidade Anhanguera-Uniderp - Campus Agrárias, como parte do Estágio Docente. Pós Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional Universidade Anhanguera-Uniderp. Bolsista de Pós Doutorado em Agronomia Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, unidade de Aquidauana, MS.
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